
pra iniciar bem minha participação aqui no blog, posto logo um dos meus álbuns favoritos, de uma banda que já acabou e que quase ninguém conhece (mas deveria). ela se chama Pedro the Lion. formada por David Bazan mais duas pessoas aleatórias, faz um indie rock que quase tange o downtempo e o slowcore, sempre com letras marcantes, seja por sua crítica ácida ou por sua tristeza aguda.
no entanto, esse disco é uma exceção. o violão é substituído por uma guitarra, muitas vezes distorcida, levando a intensidade da música típica de Bazan ao extremo. músicas como Indian Summer e Penetration fazem qualquer capitalista convicto rever seus conceitos econômicos, enquanto que Options e Priests and Paramedics criticam a sociedade com exatidão milimétrica.
vocês devem estar achando que eu adoro uma boa crítica social na música, mas não é verdade. gosto muito mais de músicas sentimentais do que críticas, como KoC, do último post da akemi. o fato é que, mesmo sendo cristão devoto, David consegue botar o dedo na ferida (junto com o resto do braço, diga-se de passagem), usando as palavras como devem ser usadas, sem medo de chocar e, incrivelmente, sem perder a elegância.
no entanto, esse disco é uma exceção. o violão é substituído por uma guitarra, muitas vezes distorcida, levando a intensidade da música típica de Bazan ao extremo. músicas como Indian Summer e Penetration fazem qualquer capitalista convicto rever seus conceitos econômicos, enquanto que Options e Priests and Paramedics criticam a sociedade com exatidão milimétrica.
vocês devem estar achando que eu adoro uma boa crítica social na música, mas não é verdade. gosto muito mais de músicas sentimentais do que críticas, como KoC, do último post da akemi. o fato é que, mesmo sendo cristão devoto, David consegue botar o dedo na ferida (junto com o resto do braço, diga-se de passagem), usando as palavras como devem ser usadas, sem medo de chocar e, incrivelmente, sem perder a elegância.
sim, ele até lembra um desses personagens bíblicos
quando se vê a discografia completa da banda, dá pra ver que a sensibilidade de Bazan não se resume às criticas feitas nesse álbum. músicas como The Longest Winter e I Am Always the One Who Calls mostram também o lado amoroso, apesar de não estarem neste disco. enfim, uma banda exemplar, um disco exemplar.
tracklist:
1. Options
2. Rapture
3. Penetration
4. Indian Summer
5. Progress
6. Magazine
7. Rehearsal
8. Second Best
9. Priests and Paramedics
10. Rejoice
2. Rapture
3. Penetration
4. Indian Summer
5. Progress
6. Magazine
7. Rehearsal
8. Second Best
9. Priests and Paramedics
10. Rejoice

1 comment:
aeaeaeaeae =DDDD
justamente hoje estava me perguntando quando você iria estrear, haha!
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